A eticadata software, é uma empresa portuguesa de desenvolvimento de software de gestão, que actua no mercado há 20 anos, e cujo desempenho e modelo de gestão merecem a certificação dos melhores referenciais de qualidade como o NP EN ISO 9001 (2000).
Agora acaba de receber o estatuto de PME Líder, atribuído pelo IAPMEI que é fruto do reconhecendo da sua estratégia, dinâmica e competitividade, para além de provar a solidez económico-financeira da empresa.
O estatuto PME Líder tem como objectivo distinguir as empresas com melhores desempenhos e perfis de risco, valorizando os seus resultados e criando condições para a consolidação das suas estratégias de crescimento e liderança.
Fonte: Notícias Eticadata
“MicrosoftSecurity Essentials” é um sistema antivírus que estará hoje disponível, em português continental, é gratuito e visa aumentar o nível de protecção dos computadores pessoais dos consumidores. Poderá ser descarregado a partir de http://www.microsoft.com/security_essentials/
A Microsoft Portugal acaba de anunciar a disponibilização da versão portuguesa do Microsoft Security Essentials, uma solução gratuita de segurança para os computadores pessoais dos utilizadores do sistema operativo Windows.
A solução está disponível a partir de hoje para download gratuito em http://www.microsoft.com/security_essentials/ e oferece aos utilizadores de tecnologia Microsoft uma protecção antivírus, anti-spyware e para outros tipos de software malicioso.
Compatível com os sistemas operativos Windows XP, Windows Vista e Windows 7, o Microsoft Security Essentials foi desenhado para uma utilização doméstica e visa reduzir o número de utilizadores que continua a não usar qualquer tipo de solução contra as ameaças de segurança online.
Para Marcos Santos, Gestor do Negócio Windows da Microsoft em Portugal, “ao oferecermos esta solução anti-malware gratuitamente estamos a responder às preocupações de segurança dos nossos clientes, que resultam do crescimento de software malicioso a nível global, e a remover algumas das barreiras ainda existentes para que os consumidores tenham uma protecção de qualidade nos seus computadores pessoais"
O Security Essentials é o primeiro produto de segurança da Microsoft a fazer uso do novo Dynamic Signature Service, uma tecnologia que ajuda a assegurar a protecção dos utilizadores face aos vírus que circulam sem os obrigar a aguardar pelos próximos downloads agendados. Esta solução de segurança é instalada de forma simples e eficiente, sem interrupções ou longas horas de instalação.
O Microsoft Security Essencials foi recentemente distinguido pelo PC Advisor com o prémio internacional Melhor Software Gratuito de 2010 e está disponível em 25 línguas e 74 mercados, incluindo agora Portugal.
Além da solução de segurança Security Essentials, a Microsoft mantém a sua linha de produtos de segurança para o segmento empresarial - Microsoft Forefront - que oferece uma maior protecção e controlo através da integração com a infra-estrutura de TI existente. A gama de produtos de segurança empresarial Microsoft Forefront contribui para a protecção de máquinas cliente, aplicações de servidor e periferia da rede.
Fonte: Comunicado Imprensa Microsoft
A nova solução de cópia e impressão a preto e branco oferece excelente qualidade de imagem e digitalização a cores.
As Empresas de arquitectura, engenharia e construção e os centro de impressão tem agora uma nova e acessível opção para os seus documentos técnicos a preto e branco. A solução de grandes formatos Xerox 6605 é a 11ª solução de grandes formatos que a Xerox revela nos últimos dois anos.
A nova e compacta Xerox 6605 integra cópia, digitalização e impressão com nítida qualidade de imagem, digitalização a cores e um interface de fácil utilização. O sistema utiliza 600 x 600 dpi’s na tecnologia de cópia, digitalização e impressão de forma a assegurar imagens de qualidade e alta definição em trabalhos como plantas de construção, diagramas de ligações eléctricas ou mapas. O scanner a cores permite transformar os documentos de papel em versões electrónicas ou pode copiar documentos existentes em qualquer formato standard até 15 metros de comprimento.
A impressora pode produzir até 5 imagens em formato A1 por minuto e a opção de colocação de papel em dois rolos disponibiliza uma grande capacidade de impressão. O Ecrã Táctil a cores de 381 mm e um interface intuitivo tornam esta solução mais simples operar, mesmo para utilizadores que não tem qualquer familiaridade com impressoras de produção.
“A nova impressora de grandes formatos Xerox 6605 é um opção de muito fácil utilização que disponibiliza excelente qualidade de imagem, comprovada fiabilidade e uma produtividade impressionante” declarou Howard Witt, Wide Format Manager, Xerox Europa. “Esta entusiasmante nova impressora vem completar uma vasta gama de soluções de grande formatos, disponíveis para um número cada vez maior de revendedores, à medida que a Xerox expande os seus canais de distribuição por toda a Europa. A Xerox continua a investir no desenvolvimento e expansão do seu negócio de grandes formatos”.
As novas capacidades da Xerox 6605 incluem:
- Pré-visualização de digitalização – Pré-visualização em tempo real dos documentos, enquanto estes são digitalizados, permitindo ao utilizador ter confiança na qualidade de imagem;
- Gestão de trabalhos em espera – Os trabalhos de impressão são apresentados como mosaicos no interface do utilizador, sendo possível re-prioratizar os trabalhos e re-imprimir trabalhos já impressos;
- Cópia a cores – O novo software, líder de mercado, Xerox Q-Copy permite aos utilizadores digitalizar imagens e enviá-las automaticamente para uma impressora a cores ligada em rede, de qualquer marca, e com total controlo de cópia e dimensionamento do documento.
- Dobragem On-Line – O processo opcional de dobragem em linha automatiza o processo de dobragem, tanto na impressão como na cópia.
Disponibilidade
A Xerox 6605 estará disponível para encomenda e instalação em Janeiro de 2010. À semelhança das restantes soluções de grandes formatos da Xerox, esta solução é modular pelo que os clientes da 6204 podem actualizar o seu sistema para a 6605.
Um estudo realizado pela consultora IDC em 13 países europeus, incluindo Portugal, indica que os requisitos de competências em TIC (tecnologias de informação e comunicação) são determinados por tendências tecnológicas e não pela recessão.
A IDC, empresa global de estudos de Tecnologias de Informação e a Microsoft Corp divulgaram hoje os resultados de um estudo europeu que quantifica a importância das competências em TIC na União Europeia. O estudo da IDC, intitulado “Post Crisis: e-Skills are Needed to Drive Europe's Innovation Society”, encomendado pela Microsoft, investiga os motivos pelos quais a próxima geração de trabalhadores irá necessitar de competências em TIC para ser considerada no mercado de trabalho.
As conclusões do estudo apontam para que em Portugal, dentro de cinco anos, 90% das profissões vão exigir competências em TIC em todos os sectores, fazendo com que o ensino, a formação e as competências tecnológicas assumam uma prioridade crucial em termos de perspectivas de emprego e trabalho. Actualmente, a percentagem de empregos para os quais não são necessárias competências em TIC é já baixa e continuará a diminuir à medida que forem cada vez mais exigidas aos trabalhadores competências mais avançadas em TIC e competências de utilização de dispositivos tecnológicos.
“As competências em TIC são essenciais para a próxima geração de trabalhadores e para a construção da sociedade da inovação na Europa. Sabemos que as tendências tecnológicas irão determinar a necessidade de melhores competências em TIC por parte da mão-de-obra”, reconheceu Jan Muehlfeit, Chairman da Microsoft para a Europa. “Os governos têm de continuar a investir no ensino e na formação de forma a garantir que os trabalhadores estão preparados para empregos que contam.”
O aumento da procura de conjuntos de competências em TIC não é unicamente uma resposta à actual crise económica. A influência exercida pelas mudanças tecnológicas a longo prazo é maior, o que significa que a questão das competências requer uma solução a longo prazo e não uma resposta a curto prazo às condições flutuantes da economia. O relatório sublinha a necessidade de os governos se concentrarem continuamente na formação e no ensino, para assegurar a produtividade económica.
O relatório revelou que, entre os 13 países da União Europeia inquiridos, existem disparidades muito ténues em termos da necessidade de competências em TIC. Numa recente comparação entre países, a proporção de empregos nos países da Europa Central e de Leste que não requer quaisquer competências em TIC é maior do que nos países da Europa Ocidental. No entanto, nos próximos cinco anos, a Europa Central e de Leste (ECL) irá alcançar a Europa Ocidental, o que traduz um aumento significativo do investimento no desenvolvimento de competências em TIC na região da ECL, durante este período. De uma forma geral, os países da Europa Ocidental atribuem uma maior importância a competências em TIC básicas e avançadas do que a os países da ECL. A Roménia, a Polónia e a Itália esperam um forte aumento nas competências de utilização de dispositivos tecnológicos, ao passo que, na Hungria, este aumento se verificará nas competências avançadas em TIC. O Reino Unido destaca-se pela forte procura de competências básicas em TIC.
Principais Conclusões sobre a Indústria das TI em Portugal.
Os empregadores europeus esperam um aumento do nível de competências em TIC dos funcionários, em cinco anos. Em média, 31% desses funcionários terão competências de utilização de dispositivos tecnológicos. 28% terão competências básicas em TIC – apesar de constituir um decréscimo, este facto apenas indica uma expectativa de competências mais avançadas.
Os empregadores europeus contam que percentagem da mão-de-obra sem quaisquer competências em TIC se situe abaixo dos 10%.
58% dos inquiridos de todos os países é da opinião que o sector da Educação necessita de preparar melhor os alunos, actuais e formados, nas áreas das TIC.
Dentro de 5 anos, as competências em TIC de um licenciado irão aumentar consideravelmente a sua probabilidade de ser contratado. A formação em competências avançadas em TIC irá aumentar significativamente nos próximos 3-5 anos. A certificação é essencial para profissionais das TIC e a importância desta certificação vai sofrer uma evolução crescente.
Fonte: Comunicado Imprensa Microsoft 2 Dezembro 2009
Por ocasião da apresentação oficial do Microsoft Windows 7 aos clientes empresariais, a Microsoft Portugal divulgou os resultados de um estudo de mercado encomendado à IDC Portugal, sobre a intenção de adopção do novo Windows 7 pelas organizações portuguesas.A principal conclusão do Estudo realizado a 273 organizações nacionais indica que 59% das organizações inquiridas a afirmarem a intenção de mudar para o Windows 7, 18% não sabem e apenas 23% dizem que não pretender migrar
A Microsoft Portugal anunciou hoje, por ocasião da apresentação oficial do novo Windows 7 aos seus clientes empresariais e do sector público, os resultados de um estudo de mercado levado a cabo pela consultora IDC Portugal nos últimos 2 meses, sobre as intenções de adopção do novo Windows 7 pelas organizações portuguesas.
A análise conduzida pela IDC permite prever que o novo sistema operativo da Microsoft irá ter um impacto muito significativo no mercado nacional de Tecnologias de Informação. Apesar do lançamento do sistema só ter ocorrido no final de 2009, os dados da consultora indicam que, já em 2009, 17% dos PCs sejam vendidos com o Windows 7 instalado. Em 2010, a IDC prevê que 81% dos PCs venham a ser vendidos com o Windows 7.
Com base numa sondagem a mais de 273 organizações, representativa do tecido empresarial de médio e grande porte em Portugal, a IDC constatou que a percepção do Windows 7 pelo mercado nacional é positiva, com 59% das organizações inquiridas a afirmarem a intenção de mudar para o Windows 7, 18% não sabem e apenas 23% dizem que não pretender migrar. Nesta mesma sondagem foi apurado igualmente que 20% do parque instalado inquirido migrou para Windows Vista nos últimos dois anos.
Razões para mudar para o Windows 7
Ao nível empresarial, as duas principais razões indicadas pelas organizações que pretendem mudar prendem-se com o melhor desempenho, aqui entendido como o conjunto de características de comportamento e rendimento do próprio sistema operativo (61%), e com o aumento previsto na produtividade da organização (40%). A principal razão indicada pelas organizações que não pretendem migrar é a actual satisfação com o sistema operativo em uso (65%).
Em relação ao segmento de consumo, onde a decisão de migração está fundamentalmente associada a aquisição de um novo PC, a IDC contactou com os principais fabricantes, retalhistas e operadores de telecomunicações e constatou que no último trimestre de 2009 mais de 2/3 da oferta existente no retalho já contemplaria o Windows 7.
Neste contexto de grande pressão financeira, a após dois anos de forte crescimento derivado dos programas governamentais, a IDC acredita que em 2010 o Windows 7 será o principal dinamizador do mercado de PCs.
Para Claudia Goya, Directora Geral da Microsoft em Portugal “os resultados deste estudo abrem-nos boas perspectivas para 2010. Estávamos confiantes na aceitação do Windows 7 quando o apresentámos oficialmente no passado dia 22 de Outubro, mas a última palavra é sempre dos nossos clientes e utilizadores” e prosseguiu “Também nos apraz verificar o papel expectável que o novo Windows poderá ter na dinamização do mercado de tecnologia em Portugal. Temos sempre bem presente que o impacto gerado pela Microsoft em Portugal abrange uma esfera de quase 4,000 parceiros nacionais, cujo sucesso está fortemente ligado à nossa capacidade de produzir inovação e de fazer chegar ao mercado tecnologias que ajudem os utilizadores a executar com mais facilidade, produtividade e eficácia as tarefas onde dependem da tecnologia”.
Fonte: Comunicado Imprensa Microsoft Portugal 24 Novembro 2009
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